sábado, 10 de setembro de 2011

Os Anjos de Mons

Será que forças divinas interferiram na 1º Guerra Mundial ?

Em 1914 o Exército Britânico estava derrotado em Mons, para Alemanha. Eles tinham 1 soldado para cada 3 alemães. Então os Britânicos decidiram recuar e voltar. Mas uma cavalaria do Imperador Frederico Guilherme bloqueou a passagem dos ingleses, declarando a morte dos soldados.

Mas o óbvio não aconteceu. Os cavalos alemães entraram em pânico e fugiram deixando passagem para os Ingleses irem embora.

O que foi que impediu o massacre e assustou os cavalos Alemães ?

Uma matéria do Evening News de Londres disse que os soldados foram poupados pela visão de um esquadrão de anjos pairando sobre suas cabeças.
O autor do artigo era Arthur Machen, escritor de histórias de terror, e ocultista que participava da Ordem Hermética do Crepúsculo Dourado. Sociedade secreta que participava também Aleister Crowley.
Segundo Machen, sobre a cabeça dos Ingleses existia um exército de arqueiros Ingleses medievais com arcos longos apontados para os Alemães.

Quando os soldados sobreviventes voltaram de Mons, muitos deles contavam a história de uma visão de arqueiros celestiais que confirmava a história de Machen.
O reverendo C. M. Chavasse, capelão do Exército, confirmou que ficou sabendo da história pelo relato de um general de brigada e 2 de seus oficiais que estiveram no campo de batalha.

Vários artigos se espalharam pela Inglaterra.
Se os anjos de Mons foram criados pela imaginação de Machen, sem duvida eles ganharam vida no inconsciente coletivo, e os Ingleses que estavam sendo massacrados acabaram vitoriosos com seus aliados. Os anjos colaboraram na guerra, no mínimo, psicologicamente.

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